Tábata.
É o nome incrivelmente mais safado que eu já conheci. E
esse, é o nome dela. Que invade minhas noites, fazendo questão de ser notada
quando chega em casa.
Já existe um ritual:
Tábata chega em casa, coloca sua bolsa no sofá e tira os
sapatos. Em seguida todo o resto de sua roupa. Já conheço todas as suas lingeries,
até aquelas de renda rosa (minha preferida).
Ela segue para o banheiro, que me dá uma visão completa e privilegiada de seu maravilhoso banho, que começa delicadamente nos pés e sobe pelas pernas e chega ao rosto. Um belo rosto, mas belo mesmo é o caminho que o sabonete percorre até chegar a ele.
Ela segue para o banheiro, que me dá uma visão completa e privilegiada de seu maravilhoso banho, que começa delicadamente nos pés e sobe pelas pernas e chega ao rosto. Um belo rosto, mas belo mesmo é o caminho que o sabonete percorre até chegar a ele.
Suas curvas são perfeitamente simétricas e cada parte de seu
corpo é perfeito.
Ela olha em minha direção. Ela sabe que eu a observo, e
gosta disso.
Gosta de massagear, levemente com os dedos, aquela buceta
molhada e gostosa. Gosta de mostrar isso à
mim.
Aquela cara de prazer
constante que me alucina. Que me faz imaginar meu pau entrando e saindo
diversas vezes de dentro dela. Me faz pensar o quanto seria bom sentir o gosto
de sua boca macia e leve me chupando inteiro, me lambendo e depois me chupando
mais.
Me levando ao ápice de loucura e tesão, ela me morde leve e suavemente
enquanto geme ao meu ouvido e sussurra o meu nome. Me arranha as costas e a
barriga, chegando até meu pau novamente ela me lambe, me engole por inteiro. Ela
adora o meu gosto, os meus gemidos e como eu a faço sentir viva, uma puta sobre
o meu corpo.
Ela se vira de costas para mim, consigo ter uma visão perfeita
de sua buceta bem na frente da minha cara, implorando para que eu a chupe, a
engula, como faz comigo.
Seu gosto é doce e ácido ao mesmo tempo, é macia. E eu
poderia ficar aqui por uma eternidade. Tábata sabe do que eu gosto e rebola na
minha frente, senta em cima de mim como se eu fosse um tapete confortável. Segura
de todas as suas malícias ela desce suas mãos leves e e me bate. Me tapas na
cara e puxões de cabelo que me tiram do sério. Instiga o meu lado mais animal e
me faz segurar sua cabeça com toda a força para que ela me engula com mais
vontade e desejo. Sinto o sangue pulsar em suas veias, sinto sua respiração
ofegante e vejo. Vejo o semblante de Tábata. Aquela cara de quem quer mais,
quer mais de mim, mais do meu pau dentro de si, mais do meu gozo...